sábado, 3 de junho de 2017

CHICÓ, O MENINO DAS CEM MENTIRAS * Autor PedrO MonteirO* por Marco Haurélio



















O poeta, ator teatral e agitador cultural Pedro Monteiro estreou com o pé direito na Literatura de Cordel, com o precioso folheto Chicó, o Menino das Cem Mentiras.

Pedro foi buscar inspiração nos contos populares para compor a célebre figura do mentiroso presente em todas as literaturas de todas as épocas.

Meu estimado leitor,
Peço aqui vossa atenção
Pra falar dum Coronel,
Um homem sem coração,
Que se rende a um menino,
Como segue a narração:

O Coronel atendia
Por nome de Nicanor,
Era um sujeito perverso
Do coração sem amor,
Que oprimia e matava
O povo trabalhador.

Aos berros ele dizia,
Batendo forte no peito,
Que o desígnio da morte
Era o seu maior feito,
E só quem ele queria
À vida tinha direito.

Do jovem ao ancião,
No chicote ele tratava,
E quando ouvia um não,
A sua ira aumentava,
Mesmo que fosse mulher,
Sem piedade a matava.

Como todos têm seu dia,
O Nicanor teve o dele.
Estando preocupado
Com um assunto que ele
Preferia nem lembrar
Para não se sujar nele.

Buscando descontração,
Mandou rodar a notícia,
Prometendo pagar bem
Pra quem, com muita perícia,
Fosse lhe contar lorotas,
Que não tivesse malícia

(...)

Contato com o autor:
(11) 99135-1919 - tim
@pedrocordel

quarta-feira, 31 de maio de 2017

FACE FEMININA




Mulher, um ser mitigante
de volúpia curiosa,
é natureza pulsante
tal qual a flora ditosa;
tem meiguice e sutileza,
contendo encanto e beleza
qual o perfume da rosa.



terça-feira, 30 de maio de 2017

ABRAÇO


Candura e delicadeza
Por um abraço trocado,
Afinidade e grandeza
De quem faz nobre tratado,
Pela tinta da emoção,
No papel do coração,
Carimbo e rogo firmado.



PedrO MonteirO

LUZ


Pelas estradas da vida
meu rogo será patente,
Que Deus esteja presente
Guiando o seu dia a dia,
Nos caminhos da verdade,
Bendita felicidade,
À luz da sabedoria.


PedrO MonteirO

ALENTO DA MIRAGEM


O tempo passa e eu fico
Contigo no pensamento.
Procuro dentro do espelho
Na lupa do sentimento
E se vejo a tua imagem,
O mistério da miragem
Acaba o meu desalento.


PedrO MonteirO

segunda-feira, 29 de maio de 2017

AMOR A NATUREZA


Quero amar a natureza,
Pelo mister que ela tem,
Numa ação humanitária
Solicitude de quem,
Pela face da bondade,
Promove a felicidade
Para ser feliz também.

Como pode meu senhor
O homem não ter noção
Que destrói nosso planeta
Em nome da construção?
E depois ainda enseja
No caminho da Igreja
Clamando por salvação!

Nos ditos do livro santo,
Dos que ouço e tenho lido,
Seria bom que tivesse
Um termo constituído:
—“Proteger a natureza
É um gesto de grandeza
E também ser protegido”.


PedrO MonteirO
Nota*
Esta poesia, mesmo na sua simplicidade, tem a intenção de contribuir para uma melhor reflexão, visando caminhos que possam melhorar a harmonia entre homem e planeta. Sendo que, o seu autor acredita ser o respeito e a preservação à natureza a maior contribuição para este propósito.