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ARTE E CULTURA

SEM MÁSCARAS

    ♡ Andar sem pôr sua máscara, diante da pandemia, demonstra no gesto tosco  uma falta de empatia, pondo em risco outras pessoas na messe do dia a dia!                         PedrO M.

PROTEÇÃO AO RABO

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  Ser liso como quiabo, sem empatia aparente, ter um sorriso demente na proteção do seu rabo, forte afeição do diabo nos lauréis do presidente.                   PedrO M.

QUEM É VOCÊ? EM CIRANDA DOS VERSOS.

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  * Xilo de Carlos Henrique Em 8 de junho a amiga Cordelista Dalinha Catunda fez em a Ciranda de versos, a seguinte provocação: Quem é você? — Veja só o resultado. QUEM É VOCÊ? Eu sou Dalinha Catunda Do Ceará, do sertão! Criada com rapadura, Caldo de cana e baião, Com galinha caipira, Curimatã e traíra, Todas feitas com pirão. DALINHA CATUNDA- CEARÁ. 2 Me chamo Pedro Monteiro natural do Piauí, aprecio cajuína, refresco de buriti, carne de sol com paçoca, um beiju de tapioca, baião de dois e pequi. PEDRO MONTEIRO-PIAUÍ. 3 Sou Joabnascimento Eu sou um filho granjence Fui criado em Camocim Cidadão camocinense Eu sou um cabra da peste Defensor do meu Nordeste Sou um legítimo cearense JOABNASCIMENTO-CAMOCIM-CE. 4 Meu nome é Araquém Santana minha cidade Sou cearense do bem Possuo a simplicidade Sou rabiscador roceiro Do Nordeste brasileiro Que luta por igualdade Araquém Vasconcelos ALVAÇÃ/SANTANA DO ACARAÚ CE. 5 Eu sou a Sebastiana Mas me chamam de Bastinha Nasci na Vila do Amaro Do Assa

O TEMPO DE CRIANÇA

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  ☆ Nascer na simplicidade é tatuar na lembrança o desenho da saudade do tempo que foi criança. *imagem da net                          PedrO M.

LENDA DO PEIXE DOURADO

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Primeiras estrofes: Se avareza é um pecado, Ganância é muito pior. Sorte de quem nunca esquece De olhar ao seu redor, Apreciando a beleza, Que nutre a delicadeza E faz um mundo melhor! Tem gente que na pobreza Até lhe estende a mão, Mas se lhes derem poderes Endurece o coração, Cobiçando o impossível, De jeito irreconhecível Na pratica da opressão. A narrativa que segue Faz um ligeiro recorte, De quem, com muita arrogância,  Dedo em riste e braço forte, Viu seu império ruir E em águas fundas sumir Sua reserva de sorte.   Um pobre casal de idosos Que habitava uma ilha, Dividia uma cabana Num exemplo de partilha; Até surgir alvoroço, De a mulher pôr o pescoço Na sua própria armadilha. (...). POSFÁCIO   A história do Peixe de Ouro, fazedor de milagres, é mais  abrangente do que se pensa, e integra muitas coletâneas de  contos tradicionais, incluindo os Marchen dos Irmãos Grimm.  No catálogo internacional do conto popular, é classificado  como ATU 555 – The Fisher an

SOU PEDRO MONTEIRO NATURAL DO PIAUÍ

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Me chamo Pedro Monteiro natural do Piauí, aprecio cajuína, refresco de buriti, carne de sol com paçoca, um beiju de tapioca, baião de dois e pequi. PedrO M.

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