quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

TATEANDO SAUDADES




O milho colhido verde
Tem o sabor natural,
Presente da natureza
No plantio do quintal,
Sara qualquer estressado,
É um voltar ao passado
De um jeito fenomenal.

5 comentários:

Varneci Cordel disse...

É meu amigo Pedro Monteiro, tateando saudades dos tempos de roçado no seu Piauí... e é claro que já faz um bom tempo que não tem pisado por aquelas terras.Saudades, só mesmo, no tateamento!

Pedro Viola disse...

Pedro Monteiro, fiquei encantado com suas rimas, vc é um eximio poeta, gostaria muito que vc desse uma olhada la no meu blog que segui o endereço abaixo > pedroviola-cordel.blogspot.com

Abraço e ate mais

Enoque Viola disse...

Pedro Monteiro, agradeço a visita ao meu blog, mas gostaria mesmo que vc desse uma olhada no blog de meu Pai Pedro Viola, ao qual também é Poeta e faz rimas, basta acessar o endereço > pedroviola-cordel.blogspot.com

Desde ja agradeço, abraço

Mattheus Araújo disse...

Ó, PEDRO.! felizmente posso falar do cordel porque era minha e nossa diversão nos anos 50 e 60 pois naquela época agente se reunia a noite na luz de lamparina com um leitor que mal sabia assoletrar uma palavra e juntar uma palavra, mas eramos puro e sábiamos entender a linguagem do leitor. abraços. ( frança ) acompanhe o mattheus tricolor pelo museudosquadrinhos.blogspot.com.br

Dalinha Catunda disse...

Olá Pedro,
Brincando em setilha:
*
O Milho colhido verde
Vira pamonha e canjica.
A mesa do sertanejo,
Com ele fica mais rica.
Sendo cozido ou assado
Alimentou meu passado
Boa saudade hoje fica.
*
Um abraço Dalinha

ARTE E CULTURA

FLOR AMARELA

Brilho da flor amarela, num cenário multicor, a paisagem na janela sugere versos de amor.                          PedrO M.